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Descubra as diferenças!

Era o que se diria caso se tratasse de uma mera questão de diferenças! Neste caso estamos perante um tema de discussão recorrente e global.

Existem quem defenda que os guarda-redes não devem ser capitães por estarem longe do arbitro no decorrer do jogo, ou porque têm reduzida influência nos colegas de equipa pela posição que ocupam como também existem quem defenda que deve ser o comandante de toda a equipa. Se assim é? De que lado ficamos?

Na GS nós acreditamos que o guarda-redes além de líder deve ser capitão. Por acreditar no guarda-redes dessa forma, entendemos que ser capitão não passa por utilizar a braçadeira no braço no decorrer do jogo mas sim comandar e capitanear a equipa no que diz respeito a vertentes psicológicas e comportamentais.

A comunicação, orientação, intervenção direta e indireta nos comportamento dos restantes colegas de equipa faz do guarda-redes um influênciador de comportamentos. Essa influência, sendo positiva, será certamente a característica que fará dele, o elemento fundamental do jogo. Um guarda-redes com capacidades mentais de liderança, não necessariamente terá que envergar a braçadeira para comandar a sua equipa.

De todo, o foco do guarda-redes deverá ser o processo defensivo em primeiro instância e ofensivo posteriormente desempenhando o seu papel de forma rigorosa, comprometida e focada.  A utilização da braçadeira poderá ser representação de estatuto perante o grupo de trabalho no entanto, são as capacidades de influência, motivação, orientação que fazem de um guarda-redes líder, capitão!

Diferencia-te!

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